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Com a subida dos impostos aos rendimentos mais altos, a banca espanhola está a receber diversos pedidos de consultas de cidadãos e empresários que querem informações sobre como realizar mudança de residência e deslocalizar o seu património, ou parte dele, para outras jurisdições.

Dentro das opções possíveis, Portugal lidera o pedido de informações, seguido de Andorra que tem despertado muito interesse nos últimos anos e, por fim o Luxemburgo, revela o ‘Expansión’.

Em Portugal as condições fiscais para quem detenha um património mais avultado são mais atrativas, sendo que cidadãos estrangeiros residentes em Portugal têm uma carga tributária de apenas 20%. No entanto, estes têm que provar que residem no país pelo menos 183 dos 365 dias que tem o ano.

No entanto, a implementação da “exit tax” em Espanha durante o governo de Mariano Rajoy faz com que, caso haja alteração de residência, os contribuintes estejam obrigados a tributar todas as suas mais-valias dos seus investimentos.

Para tal, os banqueiros recomendam canalizar uma parte significativa dos investimentos para ativos de rendimento fixo ou seguros de vida, “blindando-se” assim de novos impostos, revela a mesma fonte.

No entanto, as entidades bancárias ressalvam que o que têm recebido são pedidos de consulta e não efetivas intenções de mudança de domicílio.

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Ponte da Barca é uma vila raiana portuguesa, localizado na sub-região do Alto Minho, pertencendo à região do Norte e ao distrito de Viana do Castelo. É sede do município de Ponte da Barca, tendo uma área total de 182,11 km2, 11 044 habitantes em 2021 e uma densidade populacional de 60 hab./km2, subdividido em 17 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arcos de Valdevez, a leste pela região espanhola da Galiza, a sul por Terras de Bouro e Vila Verde e a oeste por Ponte de Lima