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Alentejo aposta no turismo industrial para criar emprego e atrair novos públicos



A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo apresentou na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) o Guia de Turismo Industrial, instrumento que integra 29 recursos validados pela rede nacional coordenada pelo Turismo de Portugal e que visa reforçar a promoção interna e internacional da região. O presidente da entidade, José Manuel Santos, sublinhou.

A Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo apresentou na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) o Guia de Turismo Industrial, instrumento que integra 29 recursos validados pela rede nacional coordenada pelo Turismo de Portugal e que visa reforçar a promoção interna e internacional da região.

O presidente da entidade, José Manuel Santos, sublinhou que o turismo industrial tem vindo a ganhar relevância estratégica no território. «Temos procurado, nos últimos anos, dar uma nova energia, um novo alento a essa rede», afirmou, defendendo que este segmento contribui para diversificar a oferta turística e gerar emprego.

Rede consolidada com 29 recursos

O guia reúne 29 recursos distribuídos pelo Alentejo e Ribatejo, integrados no referencial nacional do Turismo Industrial. Segundo José Manuel Santos, trata-se de um conceito abrangente que vai além das paisagens rurais tradicionalmente associadas à região.

«Acreditamos muito na potencialidade que esses recursos podem trazer para aprofundar a nossa oferta», afirmou, referindo que o turismo industrial pode criar «mais postos de trabalho, especialmente nas visitas guiadas, nos serviços e na animação turística».

Entre os exemplos destacados estão as minas de Aljustrel, que se afirmaram como ponto de visita, setores ligados à agroindústria, como o azeite e os enchidos, a indústria têxtil, bem como ofícios tradicionais como o vinho de talha e os chocalhos de Alcáçovas.

Promoção internacional e diversificação de públicos

Uma das principais apostas passa pela internacionalização. O guia, que já tinha sido lançado em versão portuguesa, passa agora a estar disponível também em inglês e espanhol.

«Há aqui uma preocupação de diversificar públicos, de chegarmos a públicos mais vastos», explicou José Manuel Santos, acrescentando que os conteúdos foram igualmente atO responsável destacou que este segmento permite valorizar atividades em laboração e memórias industriais, criando experiências turísticas estruturadas e organizadas. «É este património que está inscrito nestes guias que já estamos a utilizar na nossa promoção internacional», afirmou.

Impacto nas economias locais

Para o presidente da Entidade Regional de Turismo, o turismo industrial tem impacto direto nas economias locais. «Contribuem para reforçar economias locais, manter e alargar postos de trabalho», declarou, considerando que, embora se trate de uma escala específica, o potencial é significativo.

José Manuel Santos garantiu que o turismo industrial é uma linha de trabalho consolidada e que continuará a ser reforçada. «Nós continuamos a apostar no turismo industrial e é uma linha de trabalho que está perfeitamente consolidada e que vai ser reforçada em termos de promoção e de apoio à comercialização nos próximos anos», concluiu.ualizados nas versões digitais para reforçar a presença nos mercados externos.

 

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