Depois de quatro anos de obra o serviço vai mesmo avançar, no dia 1 de abril. Para já o transporte vai fazer o percurso entre a Praça do Império e a Casa da Música.
Serão cinco veículos movidos a hidrogénio, que ligam os dois pontos da cidade numa viagem de cerca de 15 minutos com paragem em sete estações à superfície.
O transporte, que tanta polémica gerou na fase de obra, nos atrasos na gestão e que foi criticado por Pedro Duarte, arrancou sem a presença de figuras de proa, seja da Câmara Municipal do Porto, seja da Metro do Porto.
Nesta viagem inaugural, os operacionais explicaram aos jornalistas como vai funcionar este transporte. João Nuno Aleluia, diretor da exploração da Metro do Porto, esclareceu que, neste período, a empresa vai tentar "afinar a frequência e o nível de serviço em função da procura".

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