Carlos Alves disse à agência Lusa que o prejuízo reportado à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo está estimado em 22 milhões de euros.
A maioria dos estragos ocorreu na rede rodoviária, taludes, edifício do terminal rodoviário e condutas de água, explicou.
Pelo menos 18 pessoas morreram em Portugal entre janeiro e fevereiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

Comentários
Enviar um comentário