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Cidade de Sines precisa de 7 mil trabalhadores, mas não tem habitação suficiente




 Sines vai precisar de milhares de trabalhadores para dar resposta aos projetos industriais, energéticos e digitais previstos para a região, mas não há casas para todos. Os preços da habitação nunca estiveram tão altos como agora e a autarquia pede ao Governo medidas urgentes para acelerar a construção.

Estima-se que até 2030 cheguem a Sines cerca de 7 mil trabalhadores para dar resposta a empresas como a Repsol, a Galp, a Start Campus e a Calb – uma vaga de investimentos sem precedentes, que já ultrapassa os 25 mil milhões de euros.

Os custos de arrendamento já estão a empurrar os residentes para fora do concelho. Para quem pensa comprar casa, pior ainda: o preço por metro quadrado em Sines ronda agora os 3.780 euros.

Construir mais casas é urgente por consenso, mas há entraves: em causa estão planos desatualizados e regras urbanísticas rígidas que a autarquia pretende modificar.

A região deverá acolher, pelo menos, 30 novos projetos nos setores energético, industrial e digital até 2031. Para já, o futuro depende de soluções habitacionais que ainda não chegaram ao terreno.

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