O primeiro-ministro elogiou a “integração impecável” da comunidade brasileira em Portugal e salientou que foram regularizados nos últimos dois anos mais de 200 mil cidadãos deste país, e recusados menos de 5% dos pedidos. Luís Montenegro falava ao lado do Presidente do Brasil, Lula da Silva, após um encontro entre os dois de cerca de [...]
O primeiro-ministro elogiou a “integração impecável” da comunidade brasileira em Portugal e salientou que foram regularizados nos últimos dois anos mais de 200 mil cidadãos deste país, e recusados menos de 5% dos pedidos.
Luís Montenegro falava ao lado do Presidente do Brasil, Lula da Silva, após um encontro entre os dois de cerca de uma hora na residência oficial do primeiro-ministro português.
“Em Portugal, nos últimos dois anos o Governo de Portugal regularizou mais de 235 mil processos de imigrantes brasileiros em Portugal. Quando chegámos ao Governo não tinham documentos válidos e hoje estão regularizados e cumpridores, com uma cidadania integral e plena”, afirmou.
Segundo Montenegro, dos mais de 400 mil processos pendentes, houve cerca de 5.000 casos em que a decisão final foi de indeferir pedidos de cidadãos brasileiros, “uma taxa inferior a 5%”.
“Às vezes, na comunicação social, tem-se dado eco a um ou outro episódio, ou mesmo algum adulterar daquilo que é uma relação que tem corrido, de forma global, muitíssimo bem”, disse, apontando os cerca de 500 mil cidadãos brasileiros que vivem em Portugal, a maior comunidade estrangeira no país.
Montenegro destacou que a maioria tem tido “uma integração social e económica absolutamente impecável”, desvalorizando alguns “focos de perturbação” pontuais que disse também acontecerem na comunidade nacional.
“No global, tudo aquilo que temos feito, mesmo nos últimos dois anos, a propósito de termos mecanismos mais regulados dos fluxos migratórios, tem sido no intuito e com o objectivo de valorizar as pessoas, de valorizar a sua dignidade e a capacidade humanista com que Portugal recebe aqueles que vêm por bem para trabalhar e para ter bem-estar em Portugal”, afirmou.

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