Entre corredores vazios, rachaduras nas paredes e janelas partidas, a ala norte do Colégio das Artes foi a mais afetada pela tempestade Kristin em janeiro. Seis meses depois da tempestade e do início das obras, o departamento de arquitetura já começa a “ganhar forma”.
A empreitada levada a cabo pela Universidade de Coimbra (UC) com um valor que pode ultrapassar os 10 milhões de euros, encontra-se agora na primeira fase e vai se prolongar no tempo, como expõe Edmundo Monteiro, diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC (FCTUC).
Enquanto as obras decorrem, de forma a não perturbar o normal funcionamento das aulas no próximo ano letivo, Edmundo Monteiro explica como está organizado o departamento de arquitetura (DARQ).
Também presente na visita guiada ao estado das obras esteve o reitor da UC, Amílcar Falcão e o vice-reitor para as áreas do Património, Edificado e Turismo, Alfredo Dias que contam que a requalificação está integrada no projeto de renovação do Património da UC inserido no Património Mundial da Unesco desde 2013.
Amílcar Falcão adianta ainda que antes de deixar o cargo de reitor no primeiro trimestre de 2027, deixa vários projetos em desenvolvimento para a próxima reitoria, visto que outros edifícios do polo I da UC vão necessitar de intervenções num futuro próximo.
Ainda na sessão, Luís Miguel Correia, diretor do departamento de arquitetura (DARQ), deixou um agradecimento à reitoria e à direção da FCTUC pelo apoio a restabelecer a normalidade do departamento, depois de o edifício se encontrar encerrado desde 30 de janeiro.

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